Para tudo há um tempo determinado e há tempo para tudo de baixo do céu
Eclesiastes 3:1
Amigos, é com urgência que eu escrevo. Percebo que muito tem sido dito, mas, pouco em sua essência tem sido falado. Não busco acusar ninguém, mas de graça devo dar aquilo que graça recebi. Creio que esse artigo tem o dever de ser registrado aqui e deve fazer com que você, meu leitor, reflita e tome uma decisão.
Estamos em tempos de muitas dores e poucas explicações. De todo tipo de más ações, sinto muito por cada vítima do medo e da violência. Ao pensar sobre isso, meu coação estremece sabendo que muita gente sofre. Porém, escrevo para falar da paz que excede todo entendimento. Estejam preparados, abram suas mentes e corações para as linhas abaixo já que, você deve discernir de forma especial.
Jesus Cristo é o maior exemplo de santidade e amor para com a humanidade. Mas, poucas pessoas entendem porque de tanto sacrifício. Sobre isso lhes digo que, o sacrifício de cruz que o Senhor Jesus passou foi planejado por Deus.
Quando Adão e Eva pecaram, eles conceberam o primeiro pecado na terra, o da desobediência. Eles tinham que obedecer a Deus e não deveriam ter comido de um fruto, o único a aliás, que Deus não permitia. Mas, os dois foram desobedientes, comeram desse fruto e perderam o que há de mais precioso na vida: a intimidade com Deus.
É preciso andar em retidão de espírito para que possamos alcançá-lo, pois o Senhor é espírito.
Depois dessa ação do primeiro casal da história da humanidade, foi quebrada a santidade que havia sob a humanidade e a intimidade que eles tinham de ver e conversar com Deus passou. Eles não morreram, mas tomaram consciência do que é mal, por isso se envergonharam ao perceber que viviam nus. Antes, não havia maldade e portanto, eles eram livres para serem o que eram sem medo.
Esse pecado é chamado de pecado original. Depois dele, todo o povo que ocupou a terra pecou de outras diversas formas. Esse pecado deu origem para a maldade no coração do homem e mudou a natureza das pessoas que era para ser santa. Com isso, sem estar na presença do nosso Senhor e Criador, a humanidade perde seu sentido de ser, já que nos damos para os nossos próprios gostos e deixamos o verdadeiro propósito que é adorar ao Senhor.
Deus fez o homem para que sejamos seus adoradores. Ele olha para a terra e busca quem o adore em espírito e em verdade.
Se não cumprimos aquilo que fomos criados, vivemos uma vida sem propósito. Com isso, esta cada vez mais comum encontrar pessoas sofrendo muito dentro de si e somente cada um, na medida em que buscar mudança e solução, pode pedir a presença de Deus para ser então feliz.
O Messias, o Cristo, a principio era uma promessa para os judeus. Mas, o Senhor deixou que a graça do Senhor Jesus Cristo fosse levada para todos os povos da terra. Com a vinda de Cristo pode ser feito um conserto em o homem e Deus para que por meio Dele, as pessoas pudessem ter acesso ao perdão divino e então, conseguir a salvação de nossas almas e uma vida em abundância.
Enquanto Cristo não esteve na terra, o Senhor se revelou aos judeus e lhes ensinou de que os homens pecam, portanto é preciso arrependimento para se aproximar de Deus. Para isso, o sacerdote judeu sacrificava um cordeiro puro, sem mancha, no lugar do povo pecador. Quando o sacerdote fazia essa ação que acontecia 1 vez por ano e o Senhor aceitava o sacrifício, todo o povo regozijava.
Cristo é o cordeiro perfeito. Ele, sendo Filho de Deus, veio como homem na terra e em nada pecou contra o Senhor. Ensinou a humanidade de que forma proceder e de que forma viver e como um cordeiro, derramou seu sangue puro nessa terra para pagar pelo pecado de todos os homens.
Com o seu feito, o véu que separava o homem de Deus que estava no templo judaico, que tinha sido colocado pelo fato das pessoas serem pecadoras, foi rasgado de alto abaixo. Isso significa que pelo poder que há no Nome de Jesus, todos temos acesso a Deus. O véu significava a separação, o não acesso do homem ao Senhor.
Para isso, é preciso que cada um abra seu coração de forma espontânea. Coloque-se na presença de Deus no silêncio do seu quarto, dobre-se diante do que é digno de todo louvor e glória e assuma que é um pecador e que precisa de perdão.
Faça a seguinte oração: Senhor, eu confesso que sou pecador, eu preciso do seu poder e de sua cura, quero me aproximar de Ti. Recebe minha oração e em Nome de Jesus, vem morar dentro do meu coração.
Essa oração vai te elevar a Deus e vai te dar o direito de viver todas as bênçãos que o Senhor separou para aqueles que decidiram por Ele. Não falo de bênçãos materiais, simplesmente, como muitos falsos pregam para ludibriar pessoas perdidas, mas sim de tudo o que é mais grandioso, o conhecimento de Deus.
Não estou pregando sobre uma religião, dogmas, mas sim sobre a verdade que deu sentido a minha vida. Se vocês soubessem de algo que poderia dar sentido a muita gente não o diriam? Pois bem, a experiência que eu tive me deu um novo amanhecer.
Nunca deixem de ter uma vida com Deus por causa de um mau testemunho daqueles que se dizem cristãos, porque o Senhor é digno de todo louvor e glória.
Eu já tinha esquecido que estava sob meus poderes esse espaço na web onde eu posso colocar meus delírios e textos sóbrios. Agora decidi atualizar e dar vida a essa humilde página abandonada.
Pensei em começar um novo blog nesse ano, mas, então me lembrei que eu tenho afeição por esse bloguito aqui.
Não vou apagar nada, muito menos re-ler. Cansei de me anular e queimar textos e textos. Agora, estarão vivos e reinarão dentro do seu limite de caracteres.
Este querido blog tem sido deixado de lado devido a falta de tempo. Mas, esse espaço nunca será completamente esquecido, porque faz parte do meu bloco pessoal de rascunho com a diferença de ser público e on line.
Existem vários tipos de rascunhos e para cada um um tipo de texto. Para aquele bloco mágico que escrevo usando uma bela caneta de pena azul marinho de tinda metálica, dedico textos apaixonados.
Para aquele bloco de anotações, feito por papéis que aproveito o verso e fica em cima da minha escrivaninha, dedico textos que desafogam minha memória pertubada. Tem também, uma pastinha no 'meus documentos' onde guardo texto íntimos e desabafos.
E, por fim meu bloguito querido que recebe delírios e textos sóbrios.
Teve um dia em que não me restou nada, nada além dessa página virtual que me possibilitou tanto expressar e matar o vírus que tinha se instalado dentre do mim e consumia célula por célula... tentando acabar com minhas defesas, deixar frágil meu sistema imunológico.
Foi quando o senso poético me levou a uma reflexão ao ponto de alcançar o favor de Deus. Lá, eu pude ver e entender e, então voltar forte. Recebi uma cura profunda e muitas lições.
Diante de Deus sou pó, que assim seja sempre e sempre!
Meu coração não é mais de um amor, não é amor de ninguém. Agora a poesia é mera. Mas, vale a pena ouvir e sentir a beleza do sentimento humano bem descrito por artistas tão talentosos. A esses meus mais sinceros aplausos. Bravo!
Minha Casa
Zeca Baleiro
É mais fácil Cultuar os mortos Que os vivos Mais fácil viver De sombras que de sóis É mais fácil Mimeografar o passado Que imprimir o futuro...
Não quero ser triste Como o poeta que envelhece Lendo Maiakóvski Na loja de conveniência Não quero ser alegre Como o cão que sai a passear Com o seu dono alegre Sob o sol de domingo...
Nem quero ser estanque Como quem constrói estradas E não anda Quero no escuro Como um cego tatear Estrelas distraídas Quero no escuro Como um cego tatear Estrelas distraídas...
Amoras silvestres No passeio público Amores secretos Debaixo dos guarda-chuvas Tempestades que não param Pára-raios quem não tem Mesmo que não venha o trem Não posso parar Tempestades que não param Pára-raios quem não tem Mesmo que não venha o trem Não posso parar...
Veja o mundo passar Como passa Uma escola de samba Que atravessa Pergunto onde estão Teus tamborins? Pergunto onde estão Teus tamborins? Sentado na porta De minha casa A mesma e única casa A casa onde eu sempre morei A casa onde eu sempre morei A casa onde eu sempre morei...
Meu querido blog foi abandonado pela onda do twitter, mas ele não está no seu fim. Já faz um tempinho que estava querendo re animá-lo, fazê-lo andar e mostrar sua carinha rebelde, juvenil e simples. Uma música, saudade, poucoas lágrias contidas me levaram a logar e entender que é preciso blogar sempre.
Este é um espaço destinado para a liberdade de ideias tão contidas durante o dia que só o literário nos permite detalher e expor. Bom é para mim me expressar aqui. No meu PCzinho de guerra estão alguns textos que escrevi ultimamente e nunca serão publicados aqui. São sonetos, textos poéticos, algumas frustrações profundas, coisas pessoais demais.
Me sinto hoje mais livre e suave. Livre para postar essa linda música que recebi hoje no dia do amigo de uma amiga mais chegada que uma irmã.
Gerânio
Ela que descobriu o mundo E sabe vê-lo do ângulo mais bonito Canta e melhora a vida, descobre sensações diferentes Sente e vive intensamente Aprende e continua aprendiz Ensina muito e reboca os maiores amigos Faz dança, cozinha, se balança na rede E adormece em frente à bela vista
Despreocupa-se e pensa no essencial Dorme e acorda
Conhece a Índia e o Japão e a dança haitiana Fala inglês e canta em inglês Escreve diários, pinta lâmpadas, troca pneus E lava os cabelos com shampoos diferentes
Faz amor e anda de bicicleta dentro de casa E corre quando quer Cozinha tudo, costura, já fez boneco de pano E brinco para a orelha, bolsa de couro, namora e é amiga
Tem computador e rede, rede para dois Gosta de eletrodomésticos, toca piano e violão Procura o amor e quer ser mãe, tem lençóis e tem irmãs Vai ao teatro, mas prefere cinema
Sabe espantar o tédio Cortar cabelo e nadar no mar Tédio não passa nem por perto, é infinita, sensível, linda Estou com saudades e penso tanto em você
Despreocupa-se e pensa no essencial Dorme e acorda
Esse blog se compromete em reproduzir textos que sejam fantásticos, claro que de acordo com essa administradora...hehehe Me surpreendi com esse poema, tanto que senti aquela vontade voraz de escrever também. Esse texto que posto logo abaixo é o tipo de texto que ao findar a leitura é inevitavel o seguinte pensamento: - Puxa, queria ter escrito isso! Pelo menos pra mim foi assim.
Escrevi tb um poema, está no meu PC, mas está intimo de mais, sem condições de ser publicado assim, um dia eu publico dentro de um conto que estou escrevendo. A continuação de o menino e a lua.
Mas, graças a Deus alguém somou ideias e conceitos que resultaram nessa espetacular estrutara que traz uma grande verdade à tona. O texto foi extraído do site do programa
Ode aos herdeiros políticos. Ganham aos catorze anos a primeira gravata, com as cores do partido que melhor os ilude. Aos quinze, seguem a caravana. Aplaudem conforme o cenho das chefias. São os chamados anos de formação. Aí aprendem a compor o gesto, a interpretar humores, a mentir honestamente. Aprendem a leveza das palavras, a escolher o vinho, a espumar de sorriso nos dentes. Aprendem o sim e o não mais oportunos. Aos vinte anos, já conhecem pelo cheiro o carisma de uns, a menos-valia de outros, enquanto prosseguem vagos estudos de direito ou economia. Estão de olho nos primeiros cargos; é preciso minar, desminar, intrigar, reunir. Só os piores conseguem ultrapassar essa fase. Há então os que vão para os municípios, os que preferem os organismos públicos. Tudo depende de um golpe de vista ou dos patrocínios à disposição. É bem o momento de integrar as listas de elegíveis, pondo sempre a baixeza acima de tudo. A partir do parlamento, tudo pode acontecer: diretor de empresa pública, coordenador de campanha, assessor de ministro, ministro, diretor executivo, presidente da caixa, embaixador na pqp!... mais à frente, para coroar a carreira, o golden-share de uma cadeira ao pôr-do-sol. No final, para os mais obstinados, pode haver nome de rua (com ou sem estátuas), flores de panegírico, fanfarras e... formol!
José Miguel Silva, poeta contemporâneo português, nasceu em maio de 1969, em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto. Este poema está no livro "Movimentos no Escuro". Lisboa, Relógio d'Água, 2005.
O menina tinha uma amiga que há anos morava na mesma rua. De repente, ele se descobriu apaixonado pela Luna, e passou a fazer versos e rimas para a garota que tinha o explender da lua. Ele ficava admirado pensando: Como antes não tinha visto, um olhar que me encanta? Quando foi que esses olhos se revelaram pra mim? Por que dói ver a Luna e tudo ficou diferente de repente?
A Luna tinha olhos negros, profundos e intrigantes. Nos dias de alegria seus olhos eram traquinas e castanhos quase mel, e ainda haviam dias mais diferentes quando seus olhos misturavam as nuances. Esses dias eram mágicos porque tudo o que tinha nela estava junto e equilibrado no seu olhar e isso fazia dela mais especial ainda porque o seu olhar parecia um arco íris de duas cores. Olhar nos seus olhos era algo que acalmava seu coração que tentava abraça-los usando os olhos do menino.
Aos poucos o menino percebeu que Luna só brilhava, mas não era só para ele e pior, amá-la o fazia ter total consciência de que ele era sozinho e que antes dos olhos da Luna brilharem tanto, ele estava em paz...
A lua era a confidente fiel do menino que rompia as noites sem durmir olhando pela janela e contando para ela o quando o seu coração ficava apertado diante da bela garota. A lua enciumada olhava, mas lhe respondia, esperava o momento certo para revelar muitas coisas...
Voltei a ser poeta quando decidi valorizar a alegria da beleza novamente, pois, a falta de tempo tinha me tirado o prazer de re-ler, de olhar para o céu, de amar o vento gelado das manhãs e conversar com Deus olhando para o céu enquanto vou para o trabalho.
Voltei a ser poeta no instante que passei a guardar na lembrança os perfumes que me agradam, que me alegram, que me entristece e me fazem sofrer.
Voltei a ser poeta no momento em que me aceitei diferente novamente, sem me importar com o que vão pensar se vão me aceitar, sem preconceitos.
Voltei a ser poeta quando percebi que meus textos estão sem freios, quando notei que estou sincera sem pudor, que faço piadas sem medo de ter prejuízos.
Voltei a ser poeta porque estou apreciando as trilhas sonoras que me fazem sentido, elas dizem o que sinto, traduzem meus devaneios e cantam um som tão doce que me faz apaixonada.
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas.
E porque não abre as cortinas logo se acostuma a acender cedo a luz. E a medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora.
A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar.
A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir.
A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagará mais.
E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma à poluição.
Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor.
Ao choque que os olhos levam na luz natural.Às bactérias da água potável.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá.
Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço.
Se o trabalho está duro a gente se consola pensando no fim de semana.E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida que aos poucos se gasta, e que gasta de tanto se acostumar, se perde de si mesma.
No curso de medicina o professor pergunta ao aluno:
-Quantos rins nós temos? -Quatro! - Responde o aluno. -Quatro? - Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos. -Traga um feixe de capim, pois temos um asno na sala. - ordena o professor a seu auxiliar. -E para mim um cafezinho! - Replicou o aluno ao auxiliar do mestre. O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala.
Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre: -O senhor me perguntou quantos rins 'nós temos'. 'Nós' temos quatro: dois meus e dois seus. 'Nós' é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim. A vida exige muito mais compreensão do que conhecimento! Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou 'acreditarem' que o tem, se acham no direito de subestimar os outros... E haja capim!!!